

A Britânia queria lideranças preparadas para usar inteligência artificial como aceleradora de decisões e não apenas familiarizadas com as ferramentas do momento.
Desenhamos um hackathon híbrido de 30 horas em que cada equipe escolheu um problema do próprio negócio e construiu, do zero, um sistema de agentes de IA para resolvê-lo.
Ao final, os times apresentaram os problemas e as soluções desenvolvidas em um pitch. O programa recebeu 203 avaliações, com destaque para os altos índices de aplicabilidade.
No mercado de eletroportáteis desde 1956, a Britânia é uma das empresas que mais crescem no país, com escritórios, showrooms, fábricas e centros de distribuição em Curitiba, Maringá, Joinville, São Paulo e Linhares.
Ritmo de crescimento assim cobra decisões melhores e mais rápidas de quem lidera. Por isso, a demanda que chegou até nós não era por um curso introdutório de inteligência artificial. A Britânia queria líderes capazes de enfrentar problemas complexos com a IA ao lado, tratando a tecnologia como aceleradora de soluções e parceira estratégica.
Traduzindo para o desenho do programa: o conteúdo precisava fortalecer o pensamento crítico e a capacidade de resolver problemas, usando a IA como meio, nunca como fim.
Somava-se a isso uma exigência de formato. As duas turmas rodariam em modalidades diferentes, uma online e outra presencial, reunindo líderes de vários níveis, a maioria em posições sêniores. Nenhuma das duas poderia ser a versão diluída da outra.
Optamos por um hackathon justamente porque o objetivo era execução. Em vez de assistir a aulas sobre IA, os participantes usaram cada encontro para avançar um projeto próprio.
As equipes escolheram um problema que valesse a pena resolver. A partir disso, desenvolveram o protótipo da solução e, ao final, defenderam publicamente seu resultado. A trilha acompanhou o processo de design thinking, encontro a encontro:
Na etapa de criação, os times idealizaram sistemas multiagentes e trabalharam de duas maneiras. Em algumas rodadas, o grupo escolhia um agente e desenvolvia o prompt em conjunto, testando e validando junto. Em outras, cada integrante ficava responsável por um agente do sistema, escrevendo e testando o próprio prompt antes de levá-lo ao time. Prompts prontos, vinham os testes, os ajustes e a preparação do pitch.
No total, foram 30 horas de programa — 15 por turma — entre abril e maio de 2026.
A Britânia confirmou que o programa entregou o que havia sido combinado. Do lado dos participantes, a nota de aplicabilidade foi o indicador mais alto da formação, sinal de que o conteúdo conversou com a rotina de quem estava na sala.
20
líderes formados
30h
de hackathon em formato híbrido
2
turmas concluídas
Pilares do treinamento
Hackathon como formato: aprendizado por construção, com protótipo e pitch como entrega
Problemas escolhidos pelas próprias equipes, tirados da realidade da operação
IA posicionada como aceleradora de soluções, a serviço do pensamento crítico
Mesma profundidade prática nas turmas online e presencial
Conteúdo calibrado para liderança sênior e para decisão
Alta aplicabilidade percebida pelos participantes
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